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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Cidades da Mesopotâmia - Sugestão de atividade

Essa atividade tem como objetivo problematizar as relações entre o espaço e cotidiano das cidades mesopotâmicas, tecendo uma relação direta com o cotidiano dos alunos.

1a Etapa) Pedir que realizem um mapa mental do caminho que percorrem de casa até a escola. É importante problematizar como cada percebe o espaço e sua identificação. Ressaltar a importância das referências de localização do trajeto;

2a Etapa)Pedir que observem as imagens de duas plantas baixas de cidades mesopotâmicas. Atentar aos diferentes espaços: sociais, políticos, religiosos, agrários, segurança, etc.





3a Etapa) Levantar a discussão das diferenças básicas entre a nossa estrutura de cidades e as exemplificadas anteriormente. Feita a reflexão, os alunos irão criar uma planta de uma cidade atual no Brasil, levando em conta os espaços necessários para a sua organização e funcionamento.

Ao final, retomar os conceitos e promover a reflexão sobre o modo de vida nessas cidades da Mesopotâmia.


terça-feira, 31 de julho de 2012

Volta às aulas com 10.000 a.C.

Volta às aulas com filme é sempre bom pra começar de forma leve. E aí entramos na discussão sobre que tipo de filmes passar aos alunos. É sabido que boa parte das produções de cunho histórico contém erros, as vezes crassos. Vale sempre pontuar a questão de que o Cinema é uma forma de representação, desse modo nunca deve ser lido como verdade absoluta.
Pensando assim, propus ao 6º ano do Fundamental II, um jogo dos sete erros históricos com o filme 10.000 a.C. Confira o trailer:

 

Sete erros:
  1. Nesse período os Mamutes, Tigres-dente-de-Sabre e Phorusrhacidae provavelmente já haviam sido extintos;
  2. O tamanho dos animais é desproporcional;
  3. Os cavalos não haviam sido domesticados;
  4. As pirâmides do Egito foram construídas por volta de 3500 a.C.;
  5. Nenhuma pirâmide foi construída com auxílio de mamutes;
  6. Os homens ainda não utilizavam espadas de metal e outras lâminas;
  7. O milho é característico da Américas.

Obs: Esses foram alguns dos erros apontados, experimente procurar mais alguns com a sua turma!

sábado, 2 de junho de 2012

O professor e pesquisador Nelson Pretto, da UFBA, tem extensa produção acadêmica que discute Educação e Novas Tecnologias(TIC). No blog https://blog.ufba.br/nlpretto/?page_id=268 estão disponibilizadas diversas produções, organizadas por ordem cronológica. Confira ainda a entrevista de Nelson Pretto para o canal EducaRede:






sábado, 19 de maio de 2012

Tudo é ritmo

O que África tem a ver com a Pré-História? Pensar em temas que verticalizem as discussões, atrelando as realidades dos alunos ao conteúdo promove aulas permeadas de mais significação. As teorias evolucionistas defendem que o homem surgiu na África. Em vista da lei que regulamenta o ensino de História da África nas escolas brasileiras, porque não aproveitar o mote para promover esse resgate?
Fica como referência para possíveis discussões o incrível vídeo "Ritmo Foli" em que música, cotidiano e transcendência se intercambiam.





segunda-feira, 14 de maio de 2012

História e Educação no Brasil - UNICAMP

Grupos de Estudos e Pesquisas da Faculdade da UNICAMP (SP) disponibiliza amplo acervo de artigos na área de educação e história



Pensar a História da Educação no Brasil é de suma importância para entendermos as  suas articulações atuais. O Grupo (HISTEDBR) da Faculdade de Educação da UNICAMP disponibilizou conteúdo que corresponde a um CD-ROM lançado em 2006 por ocasião do aniversário da instituição. No texto de apresentação, Dermeval Saviani, coordenador geral do grupo afirmou a importância desse material para a ampliação do conhecimento sobre a história da educação brasileira. A consequente disseminação de informação e interpretações que podem surgir, teriam o potencial de gerar novos campos de discussões.

O site é de fácil navegação, dividido em períodos cronológicos: Período Colonial, Período Monárquico e Período Republicano. Confira: http://www.histedbr.fae.unicamp.br/navegando/index.html

segunda-feira, 30 de abril de 2012

VIII ENCONTRO NACIONAL PERSPECTIVAS DO ENSINO DE HISTÓRIA

Divulgando:


O VIII Encontro Nacional PERSPECTIVAS DO ENSINO DE HISTÓRIA está prorrogando as inscrições para apresentação de trabalhos até o dia 10 de maio. Mais informações podem ser obtidas diretamente no site do evento, clicando aqui. (via http://historiadoensino.blogspot.com.br )

Atividade de Arte Rupestre e Sítios Arqueológicos

  Pintura rupestre, arte rupestre ou gravura rupestre, independente de como se intitule deve-se pontuar que sua interpretação relaciona-se diretamente ao sítio arqueológico que for encontrada. A atividade sugerida a seguir tenta dar conta desses conceitos e da ideia de preservação das fontes, dificuldade de interpretação e  da importância do todo no sítio arqueológico. 


Sugestão de Atividade:
(Inspirada em atividade realizada com professores por Gustavo Gavião no curso Arte Brasileira: uma panorâmica, no Centro Municipal de Arte Helio Oiticica)

  • Grupos de 4 alunos ou mais;
  • Papel cartão ou cartolina em formato quadrado 15cm X15cm;
  • Tinta guache;
  • Pincéis

 Pedir que conversem e pensem que identidade forma o grupo que organizaram. A seguir, distribuir os papéis, as tintas e os pincéis para que representem essas características do grupo. Por exemplo, se é um grupo que gosta de comer, podem acabar se representando através de comidas ou ainda do ato de comer. Terminados os desenhos, pede-se que escolham algum lugar da escola para depositar os vestígios, levando em conta que a forma como serão depositados devem ter a ver com o que foi pensado com o grupo. Passar com todos os alunos por cada sítio arqueológico buscando identificar as características desse grupo através da forma e das representações.


Questões motivadoras:

  • É possível compreender esse grupo apenas a partir desses vestígios?
  • Se retirarmos uma imagem do todo, essa perde seu sentido?
  • Como devemos realizar a interpretação de um sítio arqueológico?


   A seguir imagens da atividade realizada no Colégio Universitário da UFF (COLUNI) com as turmas do 6o ano: