Total de visualizações de página

Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens

sábado, 20 de junho de 2015

DES - ESCOLA

pra que serve a escola?
que escola queremos?

a série des-escola problematiza essa e muitas outras questões, com o protagonismo de jovens estudantes brasileiros.
confira:



quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Professor e a mediação de conflitos em sala de aula

Ontem, li o post "Não fique calmo. Sobre racismo na infância."  no Blogueiras Negras e fiquei pensando em como nós professores, presenciamos cotidianamente práticas de racismo na escola. 

Pensando nisso, me fiz uma questão, qual o papel do professor em sala de aula?
Com meus alunos, costumo brincar com a seguinte ideia: o conteúdo   da disciplina a ser trabalhada é o chão por onde caminhamos, a forma e o que acontece nessa caminhar , integram o processo que chamamos de educar. Desse modo, o professor deve ter em mente que não está ali apenas para transmitir o conhecimento ao aluno. Para alguns, pode parecer antiquado retomar a discussão que Paulo Freire já realizava na década de 1970, mas a "educação bancária" continua a efetivar-se. Diversos debates buscam compreender a atual crise da educação, pesquisadores se lançam a pensar a carreira docente, as políticas públicas, a didática, o currículo, entre outras esferas. Mais do que os debates acadêmicos é preciso retomar uma palavra fundamental para pensarmos a educação: sensibilidade. Ao retoma-la, falo do processo fundamental ao educar que é o da troca humana. Sensibilidade é, portanto, estar aberto para esse outro tão diverso e plural. Afinal, em tempos de coisificação humana é preciso lembrar o que parece óbvio, somos GENTE. A educação está em movimento porque nós estamos em movimento, exercitar a alteridade é se permitir adentrar o diferente que habita em tantos corpos e olhares, em tantas escolas e suas salas de aula.
Ser professor é difícil? É! Porque o ser humano é complexo. "Ah, mas as péssimas condições de trabalho fazem piorar tudo." Claro que fazem, mas ainda que tivéssemos a melhor estrutura de trabalho, ainda haveria muita complexidade. Ao ignorarmos essa nossa característica, acabamos por promover diversas manutenções de desigualdades e opressões. Nesse sentido, trago a perspectiva de que o professor deveria se perceber também enquanto mediador de conflitos. E não falo de apartar brigas e sim de assumir que a escola apresenta os diversos conflitos presentes em nossa sociedade. Normalmente, cabe aos professores das ciências humanas travar as discussões sobre os preconceitos diversos, como se o problema fosse uma questão de conteúdo e não de prática. Quantos professores silenciam-se e ausentam-se ao ouvir e presenciar práticas diversas de racismo, homofobia, machismo, bullying, entre outras agressões. Não defendo que o professor seja responsabilizado por essa esfera e sim, que haja uma conscientização da comunidade escolar de que o processo formativo é muito maior do que os conteúdos programáticos.
Lembro, que o silêncio do professor frente a diversas práticas pode justamente legitima-las junto ao alunos. Sabe aquele famoso "Quem cala, consente!"? É claro que o professor não dará conta de mediar a diversidade de conflitos presentes em sala de aula, mas há que se precebê-los ao menos. Certos silêncios, falam mais do que qualquer palavra!



sexta-feira, 10 de maio de 2013

Seminário 125 anos de abolição: Cultura Negra, Educação e Ações Afirmativas no Brasil



A COART e o Coletivo Palmares convidam para o Seminário: 125 anos de abolição - Cultura Negra, Educação e Ações Afirmativas no Brasil. O evento acontece nos dias 13 e 14 maio na UERJ-Maracanã.


PROGRAMAÇÃO

**13/05 OFICINAS COM VAGAS LIMITADAS
**14/05 OFICINAS COM VAGAS LIMITADAS


SEGUNDA-FEIRA 13/05

14h - Oficina de Jongo - Professor Messias Freitas

A oficina de jongo tem como objetivo apresentar a dança, música e ritmo como
manifestação cultural dos negros africanos e afro-brasileiros escravizados no Brasil,
desde a origem dessa manifestação nos cafezais da região do Vale do Paraíba até os
dias atuais.

14h - Oficina de Cantação de História – Coletivo Palmares.

O objetivo dessa oficina é abordar de forma lúdica a diáspora africana no Brasil e o
contato do negro com o povo de origem (índio) do território brasileiro. Através do griot (contação de história), são abordados diversos elementos que compõem a história (tráfico negreiro, dizimação indígena etc.) e cultura (valorização da música, dança etc.) do povo brasileiro.

18h - Mesa - Educação, Racismo e Ações Afirmativas:

A mesa tem por objetivo a discussão sobre os (des)caminhos da educação no
combate ao racismo e o debate sobre a importância das ações afirmativas /
políticas compensatórias no Brasil. 

*Stela Guedes - Professora da Faculdade de educação da UERJ/ Maracanã 

*Renato Emerson - Professor do Departamento de Geografia da Faculdade de Formação de Professores - FFP / UERJ 

*Jorge Conceição - Educador Popular - Uniram / BA

20h - Atividade Cultural - RODA DE JONGO ( Messias Freitas)


TERÇA-FEIRA 14/05

14h - Oficina de Graffiti - Professor Rodrigo

A oficina de graffiti tem como objetivo evidenciar aos participantes sobre o significado dessa manifestação artística em espaços públicos. Através da oficina, serão trabalhadas técnicas de pintura, com objetivo de estimular o desenvolvimento criativo dos participantes. Será também abordado o panorama histórico dessa manifestação a fim de quebrar tabus e desconstruir preconceitos.

14h - Contação de história através do audiovisual - Mãe Torody.

A atividade será mediada pela Mãe Torody, uma das articuladoras para criação e
implantação da Lei 10.639, a partir da apresentação do vídeo “Navio Negreiro” que
aborda o legado cultural da diáspora africana no Brasil. O objetivo é valorizar a história
e cultura afro brasileira através da ancestralidade e oralidade presentes no vídeo.

18h - Mesa - Cultura de Rua e Cultura Popular Tradicional.

A mesa tem como objetivo desenvolver o debate acerca da arte e da cultura de
rua, através do resgate da influência dos saberes dos negros na conformação
da cultura popular brasileira. Além disso, visa debater a importância das manifestações culturais afro-brasileiras como instrumentos de luta e resistência.

*Denílson Araújo - Professor do Departamento de Geografia FFP / UERJ

*Marcelo Coqueiro - Professor de Capoeira Angola.

*Aureanice de Mello Corrêa - Professora do Departamento de Geografia e Diretora do Insitituto de Geografia UERJ/Maracanã.

20h - Atividade Cultural - RODA DE CAPOEIRA ANGOLA (Professor Marcelo Coqueiro)






sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Oficinas de Arte para alunos da rede pública

Divulgando informações do Instituto de Arte Tear:

Ciranda Brasileira 2013

Olá educadores (as), Mãe, Pai, Amigos (as), Avós, Vizinha(o)...

Nós, do Instituto de Arte Tear, estamos preparando uma vasta programação de oficinas para iniciarmos o nosso ano. E, gostaríamos de pedir uma grande ajuda de vocês na divulgação. Nossas atividades são preferencialmente para alunos (as) da rede publica de ensino. Então, por favor, convide-os (as). 

Nossas oficinas são:
Artes Visuais
Artes Audiovisuais
Teatro e Dança
Música

para mais informações:
Rua Pereira Nunes, 138 – Tijuca – Rio de Janeiro (RJ)
Tel: 21 3238-3690/ 2238-4927
tear@institutotear.org.br

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Mídia e Educação

No segundo semestre de 2012 participei do curso de extensão "Mídia e Educação - O audiovisual em sala de aula" oferecido pela Universidade Federal Fluminense - UFF a professores de todos níveis da Educação. São 70hs que misturam a discussão de textos importantes no contexto da comunicação e educação, exibição de vídeos e ao final a realização de um curta-metragem. Não é necessário ter conhecimentos prévios de audiovisual. Confira o vídeo que o nosso grupo realizou, chama-se caFÉ. A experiência foi super bacana e certamente dará ecos na prática de todos os docentes envolvidos!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Ensinar História em terras argentinas




Estive em terras argentinas durante a semana que passou. Na Universidade Nacional de Rio Cuarto, cidade de Rio Cuarto / Córdoba - AR aconteceu a XIV Jornadas Nacionales y III Internacionales de Enseñanza de la Historia. O lindo campus abrigou uma série de palestras, conferências e mesas de trabalhos. Apresentei um trabalho entitulado "Educação na web: o ensino de história em blogs brasileiros". Em breve disponibilizo o trabalho completo pra vocês.
Num balanço geral, ficou a impressão de que a Educação Pública na América Latina vive um contexto de desmonte. As políticas neoliberais e 
influências economicistas na forma de conduzir políticas públicas para a educação se alastram. Vimos casos de escolas argentinas que têm a grade de História cortada pela metade. Os alunos tem a disciplina em um ano, ficam dois sem tê-la e por aí vai. Em Colômbia a cena é ainda mais triste, as disciplinas de História e Geografia deram lugar a uma mistura de tudo com carga horária reduzida, a chamada disciplina de Humanidades.


Em tempos perigosos para o trabalho com a educação reflexiva, é preciso relembrar o papel fundamental da disciplina de História enquanto caminho de construção do sujeito histórico consciente do seu papel de crítico do presente.

Mural numa das paredes da UNRC
Confira mais sobre o evento em 
http://www.hum.unrc.edu.ar/jehistoria/                

sábado, 2 de junho de 2012

O professor e pesquisador Nelson Pretto, da UFBA, tem extensa produção acadêmica que discute Educação e Novas Tecnologias(TIC). No blog https://blog.ufba.br/nlpretto/?page_id=268 estão disponibilizadas diversas produções, organizadas por ordem cronológica. Confira ainda a entrevista de Nelson Pretto para o canal EducaRede: