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domingo, 29 de junho de 2014


sábado, 1 de fevereiro de 2014

Curso de História e Cultura Africanas - NCN/USP

De 03 a 07 de fevereiro de 2014, acontece o Curso de História e Cultura Africanas, que será realizado no NCN/USP.
 O curso será ministrado pelo Prof. Dr. Henrique Cunha Jr. e abordará os temas
 1 – As geografias africanas para o estudo da História e Cultura Africanas;
 2 – Os africanos escravizados no Brasil sabiam escrever. Uma introdução ás escritas africanas. 
3 – As cidades africanas na história de um continente. 
4 – África e africanos na história das matemáticas
 Carga horária de 15 horas.  



Mais infos em: http://www.ncn.org.br/index.php/ncn-na-luta/atividades/105-curso-de-historia-e-cultura-africanas

sábado, 12 de outubro de 2013

Racismo na escola - Sugestão de Atividade

Em posts anteriores falei sobre a questão do racismo em sala de aula e a importância de inserirmos a discussão das opressões como parte dos currículos. Já ressaltei que o debate não deveria ficar restrito às disciplinas das humanas, já que as práticas e manutenções de opressões perpassam diversas esferas do cotidiano escolar e suas práticas.
A motivação para meus posts aqui e o debate em sala se deu quando percebi diversas práticas de racismo na escola em que leciono. Essas, muitas vezes, são travestidas de bullying ou ainda de "zoação" por parte dos alunos, sem que os envolvidos tomem consciência, em alguns casos, de sua significação. Vale lembrar que vamos encontrar o racismo em diversas instituições, já que isso é uma marca de nosso cotidiano.

Nessa atividade, busquei trazer a perspectiva do ser negro no Brasil a partir da auto-identificação. Como já havíamos trabalhados com o filme "Cores e Botas", já tínhamos um bom debate construído. Desse modo, trouxe para provocar a turma, dois videos.

O primeiro, foi sugerido por um aluno que já o havia visto anos atrás e me disse ter  ficado muito impressionado. "Vista minha pele" é um curta-metragem produzido em 2003. Nele, uma menina, Joana, vive as agruras de ser uma menina branca em meio a um universo dominante negro. A estratégia de inversão de lugares é incrível pois nos permite o exercício de olhar o outro de forma impactante.




O segundo, é um video produzido por uma artista americana que foca o movimento cada vez maior no país de mulheres negras em busca de assumir a estética capilar natural. Diante dos padrões massificados de uma estética dominante branca, os cabelos são alvo de uma forte aculturação. Presente também no Brasil, é cada vez maior o número de mulheres afrodescentes defendendo e assumindo os seus cabelos. Abaixo o video:




Após a sensibilização, trouxemos uma imagem (abaixo) do artista Carlos Vergara e mediamos uma série de impressões junto aos alunos. Começamos com a provocação " Que legenda você daria à essa imagem?". Vale assinalar que a imagem é da série "Cacique de Ramos".



Como atividade prática, pedimos que cada um dos presentes construisse o seu auto-retrato a partir do uso de papel cartão e carvão. Após o desenho, fizemos as seguintes questões: 
Como você se sente negra(o)?
Quando você é negra(o)?
Como você é negra(o)?
As respostas foram articuladas aos retratos, abaixo algumas das nossas experiências:









Por Ana Beatriz Domingues e Walter Alves (Bolsista de Iniciação à Docência - FEUFF)

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Estive ausente por um aqui mas nesse meio tempo desenvolvi algumas atividades interessantes na escola onde leciono. Aos poucos vou atualizando o blog. 

Por ora, gostaria de falar um pouco sobre a carência da História do Oriente no conteúdo do ensino fundamental (ainda que o sexto ano contemple algumas discussões a partir da História Antiga). Se com a lei 10.639/03 há algumas mudanças quanto a presença do ensino de África em escolas brasileiras, o mesmo não acontece com a temática relativa ao oriente. É claro que encontramos problemas diversos como a pequena quantidade de tempos de história nas grades curriculares, entre outros problemas. No entanto, me parece que a lógica eurocentrista no ensino de história vem mudando muito lentamente nas últimas décadas.
Ao trabalhar com o contexto do Feudalismo, Renascimento Comercial e Grandes Navegações, senti falta de trabalhar um pouco mais com  o contexto Japonês e Chinês em confluência com a Europa. Nas próximas postagens, apresento algumas sugestões de atividades sobre Japão e China.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Minicurso - Da Teoria à Prática - Literaturas Africanas na Escola


Divulgando o MINICURSO - A LEI 10.639/03 DA TEORIA À PRÁTICA: LITERATURAS AFRICANAS NA ESCOLA - da Universidade Federal Fuminense / UFF

Professoras: 
Alessandra Magalhães - Doutoranda em Literatura Comparada _ UFF
Ana Barbara Aprigio Rosa – Mestranda em Literaturas Portuguesa e Africanas _ UFF
Elisangela Silva Heringer – Mestranda em Literaturas Portuguesa e Africanas _ UFF

Coordenadora:
Renata Flavia da Silva – Profa Dra de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa _ UFF

Proposta: A lei 10.639/03, que alterou a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), tornando obrigatório o estudo de histórias e de culturas africanas e afro-brasileira, completou 10 anos. Apesar disso, os desafios para sua implementação ainda são muitos.
A proposta deste minicurso é, a partir da leitura de narrativas curtas de autores africanos, elaborar práticas pedagógicas que efetivamente discutam e ampliem o repertório sobre o continente africano, a fim de recusar estereótipos e construir senso crítico em alunos de Ensino Fundamental e Médio.

DIAS 04, 06, 11, 13 E 18 de março
Das 18:30 às 21:30 horas

INSCRIÇÕES pelo e-mail nepa@vm.uff.br
Os certificados serão emitidos pelo NEPA-UFF

CRONOGRAMA
04/03 – A lei 10.639/03. África: novos olhares
06/03 – A escola e a pluralidade cultural
11/03 – Os lugares da infância
13/03 – As relações etnicorraciais na literatura
18/03 – Compartilhamento das práticas elaborada
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